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Workshop em São Paulo

Ainda não temos previsão para um novo #DTESPM mas enquanto definimos uma data você pode se inscrever no workshop DTBRnaEstrada, baseado em nosso livro DESIGN THINKING BRASIL, com mais de 10 mil cópias vendidas em todo o país. O encontro acontecerá nos dias 27 e 28 de fevereiro no estúdio da Livework em São Paulo, será moderado pelos autores Luis Alt e Tenny Pinheiro e utilizará um projeto como base para que os participantes saiam prontos para aplicar a abordagem do Design Thinking em seu dia-a-dia.

Veja o depoimento de alguns dos participantes do encontro no Rio de Janeiro:

Para saber mais informações, acesse https://dtbrsp.eventbrite.com

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Design Thinking passou no teste. Agora o que?

No começo de 2011, Bruce Nussbaum, até então um famoso colunista de Design Thinking, publicou um artigo na FastCoDesign com o título “Design Thinking é uma experimento falho. O que vem a seguir?”. O objetivo era chamar a atenção para seu novo livro, mas o tiro saiu pela culatra pois seu livro demorou muito  mais do que o esperado para sair (tomou vida apenas em março de 2013) e ele ficou afastado do contínuo sucesso do termo e abordagem. Essa semana começaram a comentar que o Design Thinking já não está mais na moda, mas que tudo bem com isso. E nesse ponto eu concordo: não estar na moda é diferente de não estar sendo utilizado e o que vemos é cada vez mais empresas e pessoas mudando completamente a maneira como desenvolvem seus projetos graças à empatia, colaboração e experimentação. Decidi então, compartilhar parte do texto que escrevi na época do artigo de Bruce aqui no blog. Boa leitura! ;)

Alguém pode até me questionar: “Mas Design Thinking não era (segundo Bruce) também uma nova onda?”. Não! Quem tem trabalhado com o assunto e é bem informado, sabe que o Design Thinking vem tomando forma desde o começo dos anos 90, e isso apenas no nome. O que a abordagem realmente prega, empatia, colaboração e experimentação, nunca deixará de ser importante para nada na vida e tem suas raízes no começo da civilização. Como sempre comentamos com nossos clientes, coloco a questão fundamental aqui para todos:

Quando que entender menos meu usuário, envolve-lo menos para me ajudar a alcançar soluções e deixar de testar de forma rápida, fácil e barata meus conceitos fará bem ao resultado final?

O grande problema do artigo de Bruce é que não o vejo falando desses elementos em momento algum. Como se não estivesse escrevendo sobre Design Thinking ou, pior ainda, como se não escrevesse sobre o assunto há alguns anos… Dá até margem para entender que, depois de todo esse tempo, ele ainda não entendeu do que realmente se trata a coisa … – o que, convenhamos, seria uma conclusão bastante triste caso fosse verdadeira. Bruce está tentando dizer que o Design Thinking está morto e que a nova palavra é inteligência criativa mesmo quando todos sabemos que criatividade sem objetividade não serve para nada. Muito pelo contrário: em projetos onde recursos como tempo e pessoas são limitados é preciso saber conduzir muito bem as informações para otimizar e dar suporte a essa “criatividade.”

Bruce Nussbaum usou sua força para tentar criar um novo jargão e tomar para si o crédito do mesmo. Para isso, tentou desacreditar algo que tem sido, sob os olhos de todos, adotado com sucesso por grandes empresas no Brasil e no mundo. Ter um termo que nos remeta a colocar as pessoas no centro de meu projeto, fazendo com que todo o processo seja realizado de forma mais colaborativa e, ok, criativa também, foi um grande passo dado de uns tempos para cá. Tentar destruir com isso só para tentar ser o pai de um novo termo foi um grande desserviço prestado pelo escritor.

Infelizmente acho que ele pagará um alto preço por isso, o que é problema dele e de todas as pessoas que optem segui-lo. Mas essa também é apenas a minha opinião. E que cada um que forme a sua!

Curso Intensivo em Julho!

Sim, o primeiro curso de Design Thinking da América Latina da história está com inscrições abertas para uma edição especial e condensada. Durante duas semanas realizaremos nove encontros para trabalhar em projetos de startups e viver na prática a abordagem da empatia, colaboração e experimentação. Desde 2010 já ajudamos mais de 600 profissionais a incorporarem o Design Thinking nos desafios de seu dia a dia. Venha aprender em primeira mão ferramentas e conceitos com quem trouxe o conceito para nosso país e tem trabalhado em projetos reais para grandes empresas no mundo inteiro. Navegue pelo nosso site para mais informações ou inscreva-se aqui. Vagas limitadas.

Foto de participantes trabalhando em prototipagem de um serviço em sala de aula.
Tennyson Pinheiro (direita) ajudando a participantes em sessão de prototipagem de um serviço em aula.

Índice de usabilidade de serviços Brasil

Estão sendo coletadas informações em todo o país para definição do SU index Brasil 2012

O SU (service usability) index é um índice que mede a percepção do consumidor em relação a sua experiência com serviços nos mais diversos setores da economia. Já iniciamos a coleta para a versão brasileira do índice e em breve anunciaremos os resultados.
O SU index é composto por pesquisas quantitativas, estudos de usabilidade e mergulhos etnográficos na vida de pessoas enquanto utilizam serviços que compõe seu dia a dia.

O resultado do SU index 2012 será disponibilizado aqui em nosso site após o encerramento da pesquisa.

Colabore com o seu ponto de vista clicando aqui.

Duvidas, desejos, expectativas.

Olá pessoal.

Em nosso último curso na ESPM tivemos muitos projetos interessantes.

Um dos grupos resolveu compartilhar com todos sua experiência e o resultado o seu trabalho.

Então aproveitem e comentem.

Abraço

Marcos Paulo

Design Thinking para muitos ainda era uma noção vaga, um pontinho num horizonte de possibilidades, enquanto que para outros representava uma nova fronteira no universo da inovação e desenvolvimento de produtos e serviços.

Independentemente da familiaridade, a tangebilizacao dos conceitos, a aplicação do conteúdo na pratica, era uma necessidade básica, e o projeto final seria o guia.

O tema?

As causas e conseqüências do transito !!

O transito nas grandes cidades, o transito em São Paulo. Problema fácil de se resolver, certo?

Entretanto…

A medida que os grupos começaram a acumular instrumentos em suas caixinhas de ferramentas, esse problema foi perdendo sua assustadora complexidade. “Pequenas missões” foram definidas e alternativas se tornaram possíveis.

O mais interessante do jogo?

O processo!

A descoberta!

O usuário se tornou o centro do nosso universo racional e soluções (mesmo que nem sempre simples ou de fácil aplicação) surgiam de forma orgânica em resposta as necessidades destas personas.

O extrato final?

Problemas complexos, alternativas orgânicas, serviços customizados e resultados com base nas necessidades dos consumidores.

Onde isso pode ser aplicado?

Em todo lugar!

[Grupo 5 – Turma 7 – Curso de Inovação e Design Thinking]

Anderson Baptista
Fabio Oliveira
Marina Proença
Michell Jabur
Natasche Padialli
Richard Hager

A Bibliocicleta

Ontem durante a aula de inovação social apresentamos vários cases interessantes e tivemos também a presença da DesignEchos na figura de Ricardo Ruffo e Juliana Prosérpio. Dentre os vários debates, exemplos novos foram colocados pela própria turma e eis aqui um projeto de design de produto orientado pelo Alessandro Faria. Segue e-mail dele …

Ontem havia dito sobre o trabalho que orientei. Segue aqui um link:

http://bibliofflch.wordpress.com/2010/03/31/bibliocicletas-bibliotecas-circulantes-e-ecologicas/
De certa forma foi uma experiência de inovação social. Tanto para o estudante, as comunidades e para mim efetivamente.
Aprendi muito na troca com esse garoto e as comunidades de onde ele emergiu.
A diferença foi que concetramos energia somente no produto.
Imagine só se fizéssemos com as possibilidades de serviço desse veículo?

Aqui está o vídeo que aparece no link …